Quem sou eu ? Ó espelho meu, quem sou eu ? Foda-se. Se eu soubesse, te falava. Mas, em suma, sou uma verdadeira porcaria. Nem tente me conhecer, você não vai gostar mesmo. Faz o seguinte: vai lendo isso tudo aí. Se você agüentar mais de 3 páginas, deve ser porque temos alguma afinidade.Se não agüentar...vai embora ! Xô! Sai daqui, sai, ô inútil. Olha pra tua cara...olha teu passado...cê é triste, meu...se mata !!!
Recebi recentemente dezenas de pérolas da publicidade com no mínimo cinqüenta anos cada um. Material para este blog abrir uma nova série. Começarei com uma das melhores.
Vai descer pra praia? Que bom. Sua subida está garantida ! (ou esteve um dia...)
Feliz porque, depois de mais de um ano de crise, você consegue pegar a maioria dos vôos sem atraso ? Vai começando a chorar...
As chances de um avião de grande porte se acidentar amanhã no Brasil são altas.
Vamos aos fatos:
1) Em 30-10-1996, uma simulação de evacuação de uma aeronave pós-pouso de emergência, utilizando um Boeing da Varig, foi feita no Galeão e amplamente divulgada pela mídia. O procedimento, normal e adotado por qualquer empresa aérea, teria passado como uma notícia comum, não fosse a decolagem mal-sucedida do Fokker 100 que iniciava vôo 402 na manhã seguinte.
2) Em 28-09-2006, um avião da empresa Trip, companhia média que atende o Sul e o Centro-Oeste do País, fez um pouso de emergência em Maringá, após voar por 48 minutos sem qualquer tipo de comunicação com terra. Nada ocorreu com os passageiros, mas na noite seguinte, a televisão noticiava o desaparecimento do Boeing da Gol, que se chocou com um Legacy e mergulhou para a morte em plena selva amazônica.
3) Em 16-07-2007, um ATR-42 da Pantanal derrapou na pista sem grooving de Congonhas, chamando a atenção para a reforma ainda em curso do aeroporto. Menos de 24 horas depois, o Airbus do vôo 3054 da TAM pousaria na pista principal de Congonhas com velocidade decolagem, atravessando o aeroporto e matando 200 pessoas ao se chocar com o depósito de cargas da empresa.
Claro que eu vou apagar essa previsão se nada acontecer...mas eu ainda acho que cai um avião, senão amanhã, nos próximos 2 dias...
Completamente injusto eu comparar nosso Pau D'água do Planalto a Sir Winston Churchill, mas se tem algo em que os dois são muito parecidos é o senso de humor (cada um para sua cultura e seu tempo). Ambos parecem ser da turma dos que perdem o amigo, mas não a piada. Abaixo algumas das mehores pérolas de Churchill:
Quando Churchill completou 80 anos, um repórter com menos de 30 foi fotografá-lo e disse: - Sir Winston, espero fotografá-lo novamente nos seus 90 anos. Resposta de Churchill: - Por que não? Você parece-me bastante saudável.
Convite de Bernard Shaw a Winston Churchill: "Tenho o prazer e a honra de convidar Sua Excelência Primeiro-Ministro para apresentação da minha peça "Pigmaleão". Venha e traga um amigo, se tiver." Bernard Shaw
Resposta de Churchill a Bernard Shaw: "Agradeço ilustre escritor honroso convite. Infelizmente não poderei comparecer à primeira apresentação. Irei à segunda, se houver." Winston Churchill
Discurso do General Montgomery, após vencer Rommel numa batalha na África, na IIª Guerra Mundial. "Não fumo, não bebo, não prevarico e sou herói"
Churchill ouviu o discurso e com ciúmes, retorquiu: "Eu fumo, bebo, prevarico e sou chefe dele."
Debate no Parlamento inglês.Aconteceu num dos discursos de Churchill, quando foi interrompido por uma deputada da oposição. Ora, todos sabiam que Churchill não gostava de ser interrompido. Mas foi dada a palavra à deputada e ela disse, alto e bom som:
-"Sr. Ministro, se V. Exa. fosse o meu marido, punha-lhe veneno no chá!"
Churchill, com muita calma, tirou os óculos e, depois de uns minutos de silêncio em que todos estavam suspensos da resposta, exclamou:
Uma revista inglesa utilizou um software a partir de uma foto antiga de Michael Jackson para simular como ele estaria hoje, aos cinqüenta anos, sem plásticas. Segue:
Terminou de ver ?
Então agora pegue uma caneta e um papel, ou então mande um e-mail ao cantor, pedindo desculpas por tudo o que você um dia falou dele. Michael estava certo. Desde sempre.
Ou vai me dizer que você prefere o negão da direita?
Você, japonês ex-aluno do Bandeirantes, que só tirava 11 em física e entendia os tais CH3--HC3 de química como se estivesse lendo gibi...aposto que hoje vc reclama de tédio...que estudou pra nada...que nada daquilo que vc tanto se dedicou em Cálculo III você viu novamente na vida...calma, amiguinho. Acabaram seus dias chatos...
O certo era eu ter postado isso na época do longa deles, mas só achei isso hoje. Pensa que já viu de tudo na vida ? Não. Algumas unidades do 7-Eleven, como em Seattle e Burbank, foram totalmente remodeladas para ficarem originalmente iguais ao Kwik-E-Mart - a loja do Apu. Confira:
A campanha abaixo foi produzida pela Gazeta Mercantil, há alguns anos, e rodou o mundo com várias premiações. A idéia é realmente sensacional. Confira:
Do jeito que a coisa anda, este blog tende a morrer logo. A não ser que todo o mundo progrida rapidamente e, além da rede wi-fi, surja logo a eletricidade wi-fi. Aí eu fico desempregado...e posso postar um monte de novo.
Não que eu deseje isto, mas enfim...é só uma constatação.
Segue um lote de posts pra compensar minha querida audiência (como se ela existisse...)
Os palavrões não nasceram por acaso. São recursos extremamente válidos e criativos para prover nosso vocabulário de expressões que traduzem com a maior fidelidade nossos mais fortes e genuínos sentimentos. É o povo fazendo sua língua. Como o Latim Vulgar, será esse Português Vulgar que vingará plenamente um dia. Sem que isso signifique a “vulgarização” do idioma, mas apenas sua maior aproximação com a gente simples das ruas e dos escritórios, seus sentimentos, suas emoções, seu jeito,sua índole.
Pra caralho, por exemplo. Qual expressão traduz melhor a idéia de muita quantidade do que pra caralho? Pra caralho tende ao infinito, é quase uma expressão matemática. A Via-Láctea tem estrelas pra caralho, o Sol é quente pra caralho, o universo é antigo pra caralho, eu gosto de cerveja pra caralho, entende? No gênero do pra caralho, mas, no caso, expressando a mais absoluta negação, está o famoso nem fodendo! O “Não, não e não!” e tampouco o nada eficaz e já sem nenhuma credibilidade “Não, absolutamente não! “o substituem. O nem fodendo é irretorquível, e liquida o assunto. Te libera, com a consciência tranqüila, para outras atividades de maior interesse em sua vida. Aquele filho pentelho de 17 anos te atormenta pedindo o carro pra ir surfar no litoral? Não perca tempo nem paciência. Solte logo um definitivo “Marquinhos, presta atenção, filho querido, NEM FODENDO!”. O impertinente se manca na hora e vai pro Shopping se encontrar com a turma numa boa e você fecha os olhos e volta a curtir o CD do Lupicínio.
Por sua vez, o porra nenhuma atendeu tão plenamente as situações onde nosso ego exigia não só a definição de uma negação, mas também o justo escárnio contra descarados blefes, que hoje é totalmente impossível imaginar que possamos viver sem ele em nosso cotidiano profissional. Como comentar a bravata daquele chefe idiota senão com um “é PhD porra nenhuma!”, ou “ele redigiu aquele relatório sozinho porra nenhuma!”. O porra nenhuma, como vocês podem ver, nos provê sensações de incrível bem estar interior. É como se estivéssemos fazendo a tardia e justa denúncia pública de um canalha. São dessa mesma gênese os clássicos “aspone”, “chepone”, “repone” e, mais recentemente, o “prepone” - presidente de porra nenhuma.
Há outros palavrões igualmente clássicos. Pense na sonoridade de um puta-que-pariu, ou seu correlato puta-que-o- pariu, falados assim, cadenciadamente, sílaba por sílaba… Diante de uma notícia irritante qualquer puta-que-o-pariu dito assim te coloca outra vez em seu eixo. Seus neurônios têm o devido tempo e clima para se reorganizar e sacar a atitude que lhe permitirá dar um merecido troco ou o safar de maiores dores de cabeça. E o que dizer de nosso famoso vai tomar no cú? E sua maravilhosa e reforçadora derivação vai tomar no olho do seu cú! Você já imaginou o bem que alguém faz a si próprio e aos seus quando,passado o limite do suportável, se dirige ao canalha de seu interlocutor e solta: “Chega! Vai tomar no olho do seu cú!”. Pronto, você retomou as rédeas de sua vida, sua auto-estima. Desabotoa a camisa e saia à rua, vento batendo na face,olhar firme,cabeça erguida, um delicioso sorriso de vitória e renovado amor-íntimo nos lábios.
E seria tremendamente injusto não registrar aqui a expressão de maior poder de definição do Português Vulgar: Fodeu!. E sua derivação mais avassaladora ainda: Fodeu de vez! Você conhece definição mais exata, pungente e arrasadora para uma situação que atingiu o grau máximo imaginável de ameaçadora complicação? Expressão, inclusive, que uma vez proferida insere seu autor em todo um providencial contexto interior de alerta e auto-defesa. Algo assim como quando você está dirigindo bêbado, sem documentos do carro e sem carteira de habilitação e ouve uma sirene de polícia atrás de você mandando você parar: O que você fala? “Fodeu de vez!”. Sem contar que o nível de stress de uma pessoa é inversamente proporcional à quantidade de “foda-se!” que ela fala. Existe algo mais libertário do que o conceito do “foda- se!”? O “foda-se!” aumenta minha auto-estima, me torna uma pessoa melhor. Reorganiza as coisas. Me liberta. “Não quer sair comigo? Então foda-se!”. “Vai querer decidir essa merda sozinho(a) mesmo? Então foda-se!”. O direito ao “foda-se!” deveria estar assegurado na Constituição Federal. Liberdade, igualdade, fraternidade e foda-se! Grosseiro, mas profundo… Pois, se a lingua é viva, inculta, bela e mal-criada, nem o Prof. Pasquale explicaria melhor. “Nem fodendo…” (mais um texo apócrifo atribuído a L.F.V.)
Veja porque muitas vezes é melhor ter um ladrão mexendo no dinheiro público do que um idiota. Segue vídeo do debate de candidatos a prefeito de Curitiba. Assista e pasme...
Clique na figura acima para conhecer a opinião das pessoas sobre variadas marcas. É surpreendente e engraçado como algumas marcas estão relacionadas a coisas que a gente nem imagina, e outras com palavras que na vêm à mente logo após ouvir o nome da marca.
Gostou ? Ajude o Murilones então. Ligue (11) 3164-5600 e participe. Descontos especiais! A cada 100 delegates, vc ganha meio grátis.
PS: desnecessário dizer, mas...se fosse evento da Marina, não estaria neste blog.
Entre as expressões coreanas escritas a mão que ela tinha anotado em um caderno, Renate Hong havia repetido uma determinada frase inúmeras vezes no último meio século: "Dasi bopsida" ou "Vamos nos reencontrar".
É uma expressão comum na Coréia. Mas para Renate, uma avó alemã de 71 anos, expressava um desejo nunca satisfeito até 25 de julho, quando ela reencontrou o homem norte-coreano com quem se casou, mas que tinha visto pela última vez 47 anos atrás.
"Ele me perguntou por que eu demorei tanto para ir ao seu encontro", disse Renate em uma entrevista através de um tradutor, descrevendo sua reunião com Hong Ok Geun, 74.
Renate voltou à Alemanha na terça-feira (5) depois de um encontro de 12 dias com seu marido na Coréia do Norte - um episódio altamente incomum diante da política do governo comunista de proibir que a maioria da população tenha ligações por correio ou telefone com o resto do mundo, para não falar na Internet.
Viajaram com Renate seus dois filhos. Peter Hyon Zol tinha dez meses e Renate estava grávida de Uwe quando a família se separou no turbilhão da Guerra Fria.
Renate Kleinle e Hong Ok Geun se conheceram em 1955, quando freqüentaram o mesmo curso de química na Universidade Friedrich Schiller em Jena, então Alemanha Oriental. Hong era um bem-humorado estudante de intercâmbio da Coréia do Norte, na época aliada da Alemanha Oriental comunista.
Os dois se apaixonaram. Como seus governos não aprovavam os casamentos entre estudantes norte-coreanos e alemães-orientais, eles se casaram em 1960 em uma cidade rural cujas autoridades locais não conheciam a política do governo nacional. Não houve convidados.
Mas a felicidade do casal durou apenas um ano. Em 1961, o governo de Pyongyang repatriou 350 de seus estudantes da Alemanha Oriental, uma medida que teria sido causada pela deserção de alguns estudantes coreanos para o Ocidente. Hong teve 48 horas para fazer as malas.
Segurando no colo Peter, de dez meses, Renate se despediu em lágrimas de Hong na estação ferroviária de Jena.
Sua única comunicação era por carta. Mas até isso parou. Na última carta que ele enviou da Coréia do Norte, datada de 26 de fevereiro de 1963, Hong perguntava se Uwe, o filho que ele não conhecia, já sabia andar. Depois disso as cartas de Renate foram devolvidas como "destinatário não encontrado". Seus apelos à embaixada da Coréia do Norte para se reunir com o marido foram rejeitados.
Renate nunca se casou de novo.
Quando sua trágica história de amor chegou à Coréia do Sul, no ano passado, fez eco com muitas outras nessa península dividida, onde milhares de pessoas idosas anseiam há muito por reencontrar seus cônjuges no norte antes de morrer.
Renate visitou a Coréia do Sul no ano passado em uma viagem promovida pelo jornal local "JoongAng Ilbo".
Enquanto isso, ela pediu ajuda ao governo alemão e à Cruz Vermelha na Alemanha e na Coréia do Sul. No início do ano passado a Cruz Vermelha alemã descobriu que Hong Ok Geun era um cientista do governo aposentado que vivia com sua nova família em uma cidade na costa leste da Coréia do Norte.
Com a ajuda do governo alemão, Renate mandou uma carta para Hong em março do ano passado. Quatro meses depois, no aniversário dela, em 27 de julho, chegou a resposta de Hong - a primeira notícia dele em 46 anos, com fotos incluídas.
"Nosso amor internacional nos causou muito sofrimento", escreveu Hong no alemão manuscrito que Renate reconheceu. "Eu queria muito ver você e meus filhos. Nunca abandonei a esperança de que, se eu vivesse bastante, um dia poderia vê-la de novo. Eu queria que você fosse minha parceira para toda a vida", ele escreveu. "Mas a política faz coisas idiotas."
Seguindo fielmente a linha do Partido Comunista, Hong acrescentou que ele e outros norte-coreanos sofriam dificuldades econômicas por causa da política americana de "sufocar" seu país.
Ao viajar, Renate levou para Hong livros, roupas, vitaminas e uma câmera.
Seu marido lhe deu um anel e uma camisa. Eles puderam se encontrar todos os dias enquanto ela esteve em Pyongyang - e até passaram uma noite em um resort na montanha, mas se hospedaram em lugares diferentes.
"Como ele não teve a oportunidade de falar alemão durante 47 anos, no início achou difícil me compreender. Mas rapidamente recuperou sua habilidade com a língua", disse Renate. "Hoje ele está velho, mas não vi mudanças em suas maneiras e em seu modo de falar. Tivemos momentos privados só entre nós dois."
Hong teve uma filha e dois filhos com sua mulher norte-coreana. A filha participou da reunião. A mulher de Hong queria conhecer Renate, mas não pôde ir ao encontro por causa de uma doença, disseram a Renate.
Quando o casal se separou, Hong disse que queria vê-la novamente no ano que vem, mas não ficou claro se a Coréia do Norte permitirá um segundo encontro.
Por enquanto, disse Renate, seu antigo sonho se realizou: encontrar seu marido e deixar que seus dois filhos conhecessem o pai. Ela levou álbuns de fotos dos filhos para que o marido pudesse recuperar os muitos anos de vida que tinha perdido.
"Meu marido disse que sentia muito ter deixado tudo para mim e me agradeceu por criar as duas crianças", ela disse. "Ele afirmou que me conhecer foi a grande honra de sua vida."
Resgate sua infância de uma maneira inusitada. Baixe este CD e ouça, dentre outras coisas, Cai Cai, Balão interpretada pela Banda Mantiqueira ou até mesmo Luiz Melodia cantanto Atirei um Pau no Gato em ritmo de blues. Uma das minhas grandes descobertas das últimas fuçadas atrás de música grátis. Clique na figura para download.